Este projeto visa a criação da rede colaborativa Forest Knowledge Academy (FKA), reunindo esforços de empresas privadas, associações sectoriais e instituições públicas e privadas ligadas à formação profissional, investigação e inovação. A FKA responderá às lacunas de formação, demonstração e transferência de conhecimento, de forma alinhada com as necessidades das indústrias, gestores e operadores florestais e prestadores de serviços. No âmbito desta rede, serão organizadas ações de Formação Especializada em Mecanização e Telemetria Florestal (FEM) para formar profissionais, associando os avanços do conhecimento técnico-científico e a sua incorporação no setor empresarial.
– novos serviços de mapas – mapa de ocupação do solo para 2022, mapas bimensais alteração do uso e ocupação do solo, mapas do coberto vegetal nas faixas de gestão de combustível;
– novos modelos de inteligência artificial (IA): classes de existências (eucalipto e pinheiro-bravo), estimativa de classes de idades (eucalipto e pinheiro-bravo), evolução da paisagem pós-incêndio, ocorrência de pragas (eucalipto e pinheiro-bravo);
– plataforma de alerta e previsão do risco de incêndio rural.
Forestis / CoLAB ForestWISE®
2BForest, Altri Florestal, Amorim Florestal, ANEFA, Biond, Centro PINUS, CIM Coimbra, E-REDES, ESAC-IPC, Florecha, Forestis, Fravizel, Hubel Verde, ICNF, MACHRENT, The Navigator Company, RAIZ, REN, Sonae Arauco Portugal, UNAC, Unimadeiras
| Data | Local | Promotor | Descrição | Participantes |
|---|---|---|---|---|
| 09/04/2024 | Ponte de Lima e online | NFP | Seminário “Segurança no Trabalho Florestal” | Altri, E-REDES, Forestis, ForestWISE, NFP |
| 21/05/2024 | Coimbra | ForestWISE | Ação de Capacitação “Value Chain Planning in the Forest industry” | Altri, E-REDES, ESAC, Forestis, ForestWISE, NFP |
A Forest Knowledge Academy (FKA) é uma rede colaborativa criada no âmbito da Agenda transForm, que reúne empresas, associações do setor, instituições científicas e entidades públicas com o objetivo de modernizar e valorizar a atividade florestal em Portugal.
A rede promove a capacitação dos profissionais do setor, facilitando o acesso a conhecimento técnico e científico atualizado para enfrentar os desafios da gestão sustentável da floresta. Coordenada pela Forestis em articulação com outros membros. A sua atuação centra-se em duas grandes áreas temáticas, nomeadamente a gestão florestal sustentável e os serviços de ecossistema, e a digitalização e inovação tecnológica, apoiadas por uma abordagem transversal de formação, transferência de conhecimento e sensibilização da sociedade. A rede funciona com base em princípios de cooperação, transparência e multidisciplinaridade, promovendo seminários, workshops, grupos de trabalho temáticos e projetos conjuntos entre os seus membros. A FKA ambiciona tornar-se uma referência nacional na capacitação e inovação florestal, contribuindo para uma floresta mais resiliente, sustentável e atrativa para as novas gerações de profissionais.
A sua estrutura de governação assenta em quatro pilares: a Assembleia Geral da Rede (órgão de participação alargada), a Estrutura de Coordenação liderada pela Forestis, os Grupos de Trabalho Temáticos e um Conselho Técnico-Científico de caráter consultivo.
A adesão à rede é voluntária e aberta a entidades públicas ou privadas com relevância para o setor florestal, mediante um processo transparente de candidatura, análise de elegibilidade e validação coletiva pelos membros.
O enquadramento jurídico adotado, numa fase inicial, é o de rede colaborativa baseada em protocolos de cooperação, um modelo que garante flexibilidade e facilidade de participação, com possibilidade de evolução para uma forma jurídica mais formal à medida que a rede amadurece.
O Plano Estratégico 2026–2031 organiza a sua atuação em torno de quatro prioridades: desenvolvimento de competências técnicas, disseminação de boas práticas, promoção da inovação e digitalização, e reforço da cooperação setorial. As ações previstas abrangem seis áreas temáticas, desde a gestão florestal sustentável e a mecanização até à valorização económica e à economia circular. A rede articula-se com as estratégias nacionais e europeias para o setor, nomeadamente a Floresta 2050 e o Pacto Ecológico Europeu, assegurando coerência com as orientações de sustentabilidade e transição climática. O modelo de funcionamento baseia-se na participação ativa das entidades membros, na partilha de recursos e no estabelecimento de parcerias institucionais. Este plano deverá ser encarado como um instrumento dinâmico, suscetível de evolução e ajustamento ao longo do tempo, em função das necessidades identificadas, das oportunidades emergentes e do enquadramento estratégico do setor florestal a nível nacional e europeu, reforçando a capacidade da rede para responder de forma visionária aos desafios e necessidades do setor.
A análise detalhada sobre as ofertas formativas e os mecanismos de financiamento que sustentam o setor florestal nacional destaca a relevância económica desta indústria para o PIB nacional, realçando, simultaneamente, os principais obstáculos críticos como o envelhecimento demográfico, as alterações climáticas e o êxodo rural.
O foco central é colocado na escassez de mão de obra qualificada e no acentuado decréscimo de alunos em cursos de Engenharia Florestal nas instituições de ensino. Aborda a necessidade urgente de transição digital e de uma melhoria nas competências técnicas dos operadores. Este relatório identifica igualmente as várias fontes de financiamento público e privado, destinadas a modernizar a gestão florestal e a formação profissional.
O documento apresenta um diagnóstico detalhado sobre as necessidades de formação no setor florestal em Portugal, elaborado pela RURIS para a Forestis. A análise identifica desafios críticos, como o envelhecimento dos profissionais, a falta de interesse dos jovens e a necessidade de modernização tecnológica, incluindo o uso de drones e sistemas de informação geográfica. O texto descreve diversas modalidades de ensino profissional e processos de certificação de competências.
Através de um inquérito a 135 agentes do setor, o estudo mapeia o perfil sociodemográfico e as áreas prioritárias para formação técnica e operacional. Por fim, destaca a importância da Agenda Transform na promoção da inovação e da sustentabilidade para enfrentar os desafios futuros da economia hipocarbónica.
A adaptação das redes colaborativas finlandesas em Portugal está foi analisada pela Associação Florestal de Portugal (FORESTIS) no âmbito do desenvolvimento da Forest Knowledge Academy (FKA). O objetivo é utilizar os modelos de sucesso da Finlândia como referência para definir a estrutura institucional e operacional desta nova rede em território nacional.
As principais formas de adaptar estas redes em Portugal dividem-se em modelos específicos e recomendações estratégicas:
Este documento constitui um estudo detalhado sobre o ecossistema florestal em Espanha. Foi feita uma profunda análise da vasta cobertura florestal espanhola e a sua gestão descentralizada, destacando a importância das comunidades autónomas na administração destes recursos. O relatório identifica as principais entidades do setor, incluindo associações, centros de investigação e universidades, mapeando a oferta formativa desde o ensino profissional ao superior.
A adaptação das redes colaborativas finlandesas em Portugal está foi analisada pela Associação Florestal de Portugal (FORESTIS) no âmbito do desenvolvimento da Forest Knowledge Academy (FKA). O objetivo é utilizar os modelos de sucesso da Finlândia como referência para definir a estrutura institucional e operacional desta nova rede em território nacional.
As principais formas de adaptar estas redes em Portugal dividem-se em modelos específicos e recomendações estratégicas: